sábado, 22 de fevereiro de 2014

A incompetência do Poder Público destrói Peruíbe, há anos.

Mais uma Ação Civil Pública contra a construção de casas de veraneio em área de preservação permanente põe a administração pública no banco dos réus.

Milhares de reais são perdidos pelo município em ações que poderiam ser evitadas através de fiscalização séria e competente.

Recente construção do órgão fiscalizador da Juréia (Fundação Florestal), na Praia do Guarauzinho, foi alvo de autuação por danos ao meio ambiente. Vergonhoso que o órgão fiscalizador cometa os crimes ambientais que ele deveria evitar.

Construção em 1988.
O Chefe do Departamento de Fiscalização da Prefeitura, ao ser notificado disse: 
“eles vão conseguir licença. Estamos monitorando”. Entendo que esta afirmação atesta a imensa falta de seriedade na concessão de licenças ambientais. Como afirmar que será licenciada uma obra sem ao menos conhecer o projeto?
 
Bandeira da CETESB comprova que o órgão fiscalizador este lá
Uma desculpa digna de funcionário que deveria ser autuado por prevaricação. Ou melhor, deveria ser excluído do serviço público. Será que a "Mansão da Prainha" também foi "monitorada" pelo órgão fiscalizador?



Mais uma construção irregular, dentro de unidade de conservação foi a casa construída pelo então Prefeito do Município. Desta vez, a punição exemplar foi rápida e eficiente.

Assim como as casas do condomínio da Prainha que foram demolidas, depois de um processo que se arrastou por 20 anos, com alto custo financeiro para o poder público, a “Mansão da Prainha” também será demolida. Quem perde? Todos nós!
E assim seguimos...Os órgãos fiscalizadores não atuam... A justiça demora anos para punir os culpados e a natureza, assim como os cofres públicos, vão sendo dilapidados.


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