segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Podemos tratar o Governador de São Paulo e o Presidente da ALESP como lixo ou Escória da sociedade? Com certeza!

Se utilizarmos os mesmos métodos com os quais a Fundação Florestal trata os Caiçaras, moradores tradicionais da Jureia, com certeza! Não passam de lixo e escória da sociedade.

Há 28 anos, moradores lutam pela permanência nos locais onde nasceram. O Estado diz que é proibido, mas não os tira, tampouco indeniza ou realoca, como manda a Lei.

O Estado de São Paulo trata as pessoas como lixo. Sem nenhum respeito aos direitos assegurados pela Constituição. Nem falo de cultura, religiosidade ou tradicionalidade. Falo de dignidade humana,. Falo de respeito aos Tratados e Convenções assinados pelo Brasil, de respeito aos Direitos Humanos.

Como todos nós sabíamos, a Lei que criou o novo (velho) Mosaico da Jureia foi considerada inconstitucional. Os mesmos erros foram repetidos. Intencionalmente? Talvez.

Às vésperas do Natal a Fundação Florestal do Estado de São Paulo colou um pedaço de papel em um orelhão na Vila da Barra do Una, sem nenhuma assinatura, comunicando as pessoas que a vida deles sofreria nova transformação. Que tudo aquilo que havia sido prometido não passava de uma farsa. Uma grande farsa. Que talvez dure mais 28 anos.

Nas entrelinhas podemos entender que o novo (velho) mosaico foi criado apenas para arrecadar dinheiro do BID, pois novas campanhas vêm aí!


Nas próximas eleições, lembrem-se: Não votem em lixo ou escória!

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