Podemos
tratar o Governador de São Paulo e o Presidente da ALESP como lixo ou Escória da
sociedade? Com certeza!
Se
utilizarmos os mesmos métodos com os quais a Fundação Florestal trata os Caiçaras,
moradores tradicionais da Jureia, com certeza! Não passam de lixo e escória da
sociedade.
Há 28 anos,
moradores lutam pela permanência nos locais onde nasceram. O Estado diz que é
proibido, mas não os tira, tampouco indeniza ou realoca, como manda a Lei.
O Estado de
São Paulo trata as pessoas como lixo. Sem nenhum respeito aos direitos assegurados pela Constituição.
Nem falo de cultura, religiosidade ou tradicionalidade. Falo de dignidade
humana,. Falo de respeito aos Tratados e Convenções assinados pelo Brasil, de respeito aos Direitos Humanos.
Como todos
nós sabíamos, a Lei que criou o novo (velho) Mosaico da Jureia foi considerada
inconstitucional. Os mesmos erros foram repetidos. Intencionalmente? Talvez.

Às vésperas
do Natal a Fundação Florestal do Estado de São Paulo colou um pedaço de papel
em um orelhão na Vila da Barra do Una, sem nenhuma assinatura, comunicando as
pessoas que a vida deles sofreria nova transformação. Que tudo aquilo que havia
sido prometido não passava de uma farsa. Uma grande farsa. Que talvez dure mais 28 anos.
Nas
entrelinhas podemos entender que o novo (velho) mosaico foi criado apenas para
arrecadar dinheiro do BID, pois novas campanhas vêm aí!
Nas próximas
eleições, lembrem-se: Não votem em lixo ou escória!



















