Alckmin e o PSDB, finalmente tornam público o plano maligno de terceirizar as unidades de conservação
Através do PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº 62, DE 2013 enviado pelo Senhor Governador do Estado Geraldo Alckmin para a Assembleia Legislativa, finalmente o PSDB mostra o real interesse em privatizar as unidades de conservação.
Um plano ardiloso que visa entregar para a iniciativa privada, principalmente a Estação Ecológica da Juréia, o Parque Estadual da Ilha do Cardoso e o Parque Estadual Morro do Diabo, localizado na região do Pontal do Paranapanema, em Presidente Prudente.
Estes três parques, administrado pelas grandes ONGs de São Paulo poderiam gerar grandes somas de dinheiro. Poderiam gerar, a cada 4 anos, recursos, por exemplo, pra financiar campanha política para Governador e Presidente.
Apenas em dois projetos com financiamento de bancos estrangeiros mostra que nos últimos anos, a "CONTA VERDE" recebeu valores em torno de UM BILHÃO DE DÓLARES.
O termo de Cooperação Financeira para a Execução de Projetos para a
Preservação das Florestas Tropicais recebeu mais de 66 milhões de Euros... Empréstimo de mais de 160 milhões de dólares do BID, para Secretaria do Meio ambiente tirar moradores dos bairros cota, em Cubatão e despejar muitos aqui em Peruíbe 160 milhões de dólares.
Alckmin escolheu a deputada Maria Lúcia Amary para guiar o projeto. Não
foi por acaso. A tucana é responsável pela relatoria do projeto Dupla
Porta, que obrigava hospitais públicos destinarem até 25% dos seus
serviços para usuários de planos de saúde e particulares. Ou seja,
pacientes da rede pública, usuários do SUS, ficariam ainda mais
limitados ao acesso aos hospitais.
“Esse projeto aumenta a terceirização, ampliando a privatização das
áreas de saúde, cultura, esporte, atendimento ou promoção dos direitos
das pessoas com deficiência, de crianças e adolescentes, conservação do
meio ambiente”, denuncia Adriano Diogo. “Alckmin vai entregar todas
essas atividades do Estado a organizações sociais, sem o menor
critério”.
O caso fica ainda mais misterioso. “Como um projeto tão amplo, que
envolve cinco secretarias de Estado, foi a plenário sem audiências
públicas com essas secretarias?”
Na sua proposta de terceirização, o governador ainda proibiu a
participação de membros da comunidade nos conselhos da entidade e
destitui a obrigatoriedade do conselho de administração e diretoria, segundo o Deputado.
Uma verdadeira máquina de desocupação das unidades de conservação foi criada - às vezes, aparentemente, sem muita ética - para desocupar as Unidades de Conservação. A Vila da Barra do Una é testemunha, Há 6 anos, dos esforços que a procuradoria do estado faz para tornar a vida de moradores tradicionais insustentável... Leia artigo da Mongue
A fúria com que funcionários derrubavam casas dava a impressão que ganhariam algum prêmio por entregar a área sem moradores para o futuro dono. Agiam como se fossem verdadeiras milicias. Veja como agiam funcionários e terceirizados.
Tudo que está acontecendo agora foi previsto por Pradel Martins, morador tradicional da Juréia, recentemente falecido. Dizia "Seu" Pradel: "Eles querem expulsar a gente pra vender a Juréia". Leia publicação no blog da Mongue, em 2011.
